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SHEMA YSRAEL, YAOHUSHUA ELOHENU UL, YAOHUH  ECHAD! Dt 6:4.

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Os Treze Atributos de Misericórdia

 
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Introdução:

Os treze atributos foram mencionados na Toráh, pela primeira vez, depois do pecado do bezerro de ouro. A maioria de nós conhece a história do pecado e a subida de Mehushua ao Monte Sinai para receber as segundas tábuas da lei. Poucos sabem o que ocorreu entre esses dois acontecimentos! Nesses fatos se encontra a chave para um melhor entendimento dos treze atributos, e da natureza da nossa ligação com o CRIADOR.

Edição de oCaminho

Para tanto, devemos começar voltando aos fatos ocorridos durante a “Revelação do Sinai” , o pacto selado nesta “Revelação” e as “subidas e descidas” da ligação especial entre o povo de Yaoshor'ul e o Criador. Para nossa surpresa, descobriremos muitos “atributos” do CRIADOR antes mesmo do pecado.

 

Primeiras Tábuas: Os atributos do CRIADOR na “Revelação do Sinai”

Antes de continuarmos, temos de explicar  porque os preceitos dados no Sinai fazem parte integral do pacto entre o povo e o CRIADOR.

Com a chegada do acampamento judaico ao Monte Sinai, o CRIADOR chama  Mehushua e propõe:

“E agora, se ouvires bem minha voz, e guardareis minha aliança, sereis para mim o tesouro de todos os povos, porque minha é toda a terra. E sereis para mim um reino de sacerdotes, e uma nação santa. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Yaoshor'ul” (Ex 19:5-6)

Esta proposta exige o cumprimento dos dois lados: Se o povo fizer a sua parte (fazer os preceitos divinos), então o CRIADOR fará a sua (transformar-nos em um povo especial). Mehushua passa a mensagem aos anciões e todo o povo concorda.

Depois do consentimento do povo, o CRIADOR ensina Mehushua como prepará-los para receber a Tora (vide Ex 19:9-25), onde receberão as tábuas da lei e alguns preceitos. Através desses preceitos, o povo se transformará em uma “nação santa”. Assim o cumprimento deles está diretamente ligado com o pacto do CRIADOR conosco.

Nesse quadro encontramos não somente preceitos, mas também condições. Caso o povo não as cumpra, o CRIADOR poderá violar o pacto castigando-os.

“Eu sou o CRIADOR, teu CRIADOR [UL] … Não te prostrarás a eles, e não os servirás; porque eu sou o CRIADOR, teu UL; CRIADOR zeloso, que lembra o delito dos pais sobre os filhos, sobre terceiras e sobre quartas gerações, aos que me odeiam. E faz bondade para milhares de gerações, aos que me amam, e aos que guardam meu preceito.” (Ex 20:2-6).

Está incluído no segundo mandamento três dos atributos do CRIADOR:

1. CRIADOR Zeloso;

2. Que Lembra o delito dos pais sobre os filhos – aos que o odeiam;

3. E que faz Bondade para milhares – aos que o amam.

Assim também encontramos no terceiro mandamento mais um atributo:

4. “E não pronunciarás o nome do ETERNO… porque [ULHIM] não tolerará…” (Ex 20:7).

Até agora todos os atributos são muito duros – até bondade se fará somente àqueles que amarem ao CRIADOR!

Podemos encontrar outro atributo no final da parasha Mishpatim. Depois de versículos cheios de preceitos, o CRIADOR, mediante concessão do Pai [ULHIM], nos promete o seguinte:

5. “Eis que Eu envio um anjo diante de ti, para te cuidar no caminho, e para te levar ao lugar que preparei. Cuida-te diante dele, e ouve sua voz, não te revoltes contra Ele; porque ele não perdoará os vossos delitos…” (Ex 23:20-21). 

E, logo depois do pecado do bezerro, vemos como o CRIADOR pretendia agir através dos atributos acima ditos:

“…E disse o CRIADOR a Mehushua: Vi este povo, e eis que é um povo duro de cerviz. Agora deixa-me, e acenderei minha ira contra eles, e os consumirei e farei de ti uma grande nação” (Ex 32:20-24).

Encontramos também outro atributo: A Ira do CRIADOR.

Resumiremos os atributos encontrados: 1- o CRIADOR é zeloso; 2- Atribui os delitos dos pais sobre os filhos - aos que O odeiam; 3 - E, faz bondade – aos que O amam; 4 - não tolerará; 5 - não perdoará; 6 - e, demonstra Sua ira de CRIADOR.

 

Pecado do bezerro: muda-se o pacto

Seguindo as direções dadas no pacto do Sinai (anteriormente descritas), representadas pelas primeiras tábuas, o povo de Yaoshor'ul teria de receber um castigo imediato por causa do pecado. Assim, estão na frente do CRIADOR duas opções:

Um: Destruir o povo, seguindo estas direções, e criar um novo povo escolhido de Mehushua:

Dois: Anular o pacto.

A primeira opção é descartada depois  da famosa oração em que Mehushua se recusa a participar da formação de um novo povo (vide Ex 32:32). Mesmo assim o povo de Yaoshor'ul precisava “pagar o preço” do pecado que cometeu: A abolição do pacto do Sinai. Bom lembrar que neste pacto não há nenhum atributo piedoso, o que impede uma “segunda chance” ao povo. A única forma de salvar Yaoshor'ul era através do rompimento do pacto. Quando Mehushua desce e vê o povo dançando em volta do bezerro, é obrigado a destruir as primeiras tábuas (símbolo do primeiro pacto) para, com isso, anulá-lo.

Neste instante o povo se encontrava em uma situação delicada. Por um lado, o CRIADOR já não tinha intenção de destruí-los. Por outro, não havia sentido em sobreviver no deserto sem o pacto do Sinai (todo objetivo da saída do Egito e da existência do povo de Yaoshor'ul)! Assim o caminho estava aberto para um novo pacto.

Mas antes, existe um parte intermediária (entre a quebra do primeiro pacto e a instituição do segundo). Apesar do CRIADOR não seguir mais o pacto do Sinai (pois foi quebrado), ainda havia outro anterior: O pacto dos patriarcas feito com Avraham, Itzchak e Yaakov. Nele há a promessa do CRIADOR nos dar a terra de Yaoshor'ul. Isso explica porque Mehushua, em sua reza, lembra exatamente os nossos patriarcas.

“Lembra Avraham, Itzchak e Yaoshor'ul (Yaakov), teus servos, a quem juraste…e toda esta terra que falei darei para a vossa semente, e herdarão para sempre” (Ex 32:13).

Esta situação nos leva a uma conclusão absurda: o CRIADOR levaria o povo a Yaoshor'ul (por causa das promessas feitas aos antepassados) mas sem o pacto da “entrega da Toráhh”! 

“Vai, suba daqui, você e o povo…para a terra que jurei a Avraham, a Itzchak, e a Yaakov …porque não subirei no meio de ti” (Ex 33:1-3).

Segundo este trecho, o povo subiria a Yaoshor'ul sem a presença Divina neles. o CRIADOR cumpriria a promessa feita aos nossos antepassados, sem a transformação do povo em “povo escolhido”.

Se Mehushua não interviesse, assim seria! Mas ele se recusa a receber a proposta Divina e ir a Yaoshor'ul sem a presença do CRIADOR: “Se Teu rosto não anda conosco, não faça-nos subir daqui… Acaso não é quando Tu andas conosco que nós seremos distinguidos, eu e Teu povo, de todo povo que existe sobre a face da terra?” (Ex 33:15-16).

A negação de Mehushua aumenta ainda mais a dificuldade em que se encontra o povo:

Um: Se retornar a presença Divina ao acampamento judaico, seguindo o pacto do Sinai, o povo não sobreviveria depois do pecado do bezero, pois seriam punidos;

Dois: Se o CRIADOR deixasse a situação como estava (sem levar o povo a Yaoshor'ul), haveria uma quebra no pacto dos patriarcas;

Três: Se levasse o povo a terra prometida (cumprindo a promessa aos patriarcas), sem a presença Divina no povo, teria de ser sem Mehushua (já que esse se recusou a levá-los nestas condições). 

Algo precisa acontecer! Neste contexto, entram em cena os treze atributos de misericórdia.

 

O novo pacto

Segundo as diretrizes do pacto do Sinai é previsto para cada pecado uma punição imediata. Porém, uma pessoa que procura um comportamento correto pode as vezes pecar já que não há pessoas na terra que não pequem. Para que o CRIADOR se faça presente no povo de Yaoshor'ul, é necessário um novo conjunto de leis onde há a possibilidade de se pecar sem punição imediata, e a piedade do CRIADOR é principal. Os treze atributos de misericórdia.

Dessa maneira eles são apresentados a Mehushua:

“E disse o CRIADOR a Mehushua: Também isto que falaste, farei… eu passarei todo o Meu bem diante de ti; e proclamarei o Nome do ETERNO diante de ti; e agraciarei para quem quiser agraciar, e farei misericórdia com quem eu quiser…”(Ex 33:17-19).

Essa nova promessa feita a Mehushua tem de ser escrita e aceitada num pacto formal (como o primeiro). Para isso, o CRIADOR ordena ao povo para se aproximar do Monte Sinai mais uma vez para que se firme o pacto entre eles e o CRIADOR. E assim temos a segunda aparição do CRIADOR para o povo:

“E desceu o CRIADOR na nuvem …e passou o CRIADOR sobre seu rosto, e proclamou: CRIADOR, CRIADOR, o UL misericordioso…” (os treze atributos, Ex 34:5-8).

Logo depois da declaração do pacto, Mehushua pede a o CRIADOR para que sua presença retorne ao povo, já que agora ela pode se encontrar até mesmo em uma realidade pecaminosa. A seguinte tabela nos mostrará a diferença entre os dois pactos (o do Sinai e o ocorrido depois do pecado do bezerro):

Primeiro pacto

Segundo pacto

a. CRIADOR zeloso

“CRIADOR misericordioso e clemente”

b. Lembra o delito dos pais sobre os filhos …aos que O odeiam

“Lembra o delito dos pais sobre os filhos..”

O CRIADOR não aplica  punição durante quatro gerações esperando por um arrependimento, em contrapartida ao castigo imediato durante quatro gerações.

c. Faz bondade para milhares… aos que o amam

“Cria bondade aos milhares..”

O CRIADOR faz bondade aos milhares, mesmo àqueles que não O amam. Isso cria uma realidade que permite bondade a pessoas perversas (pelo menos neste mundo).

d. Não tolerará

“e tolerar não tolerar”

Às vezes perdoará, as vezes não (Ele perdoará a quem se arrepende)

e. Não perdoará os vossos delitos

“perdoa o delito e a transgressão”

f. Ira do CRIADOR

“grandioso em bondade”

 

Segundo este contexto, podemos entender melhor a proclamação dos treze atributos durante a  oração. Ele lembra as condições do nosso segundo pacto com o CRIADOR. Esses atributos não prometem o imediato perdão dos pecados, mas permitem um processo de arrependimento, cuja conclusão será o perdão. Para merecer a misericórdia divina, temos que provar nossas intenções ao CRIADOR e não voltarmos a cometer os mesmos erros [Jo 8:11].

Essas condições precisam estimular as pessoas a se comportarem de uma forma que mereça a piedade Divina. Depois que somos julgados em Rosh Hashana, pedimos em Yom Kipur (no mesmo dia que Mehushua desceu com as segundas tábuas e o novo pacto) que o CRIADOR seja piedoso para conosco. Esperamos e oramos, que a declaração dos treze atributos não só apague nossos pecados, mas também nos estimule ao arrependimento e à reafirmação do nosso pacto com o CRIADOR no próximo ano.

Amnao!

 

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