SHEMA YSRAEL, YAOHUSHUA ELOHENU UL, YAOHUH  ECHAD! Dt 6:4.

Escuta Yaoshor'u! Yaohushua é o nosso Criador; o Eterno é um Só!

 

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Introdução à Teologia

[de agora em diante, a ciência de UL’HIM (corrompido como Elohim) – O criador ETERNO].

 

 

1. A Natureza da Ciência de UL’HIM

 

1.1  Definição e Foco da Ciência de UL’HIM

1.2   A Fé e a Ciência de UL’HIM

1.3   A Ciência de UL’HIM como Ideologia

1.4   Métodos próprios da Ciência de UL’HIM: As Fontes Ideológicas

1.5   A Ciência de UL’HIM Positiva e a Ciência de UL’HIM Especulativa

1.6   A Unidade na Ciência de UL’HIM e a Pluralidade de Disciplinas dentro da Ciência de UL’HIM

1.7   A Ciência de UL’HIM Bíblica e a Ciência de UL’HIM Sistemática

1.8   A Ciência de UL’HIM na Prosperidade

2. AVALIAÇÃO: MÓDULO I – Introdução à Ciência de UL’HIM

ADENDO I -   A Teologia da Prosperidade

ADENDO II - A “Teologia da Prosperidade” o que é... à Luz das Escrituras?

ADENDO III - A Moderna “TEOLOGIA DA PROSPERIDADE” em confronto com as Escrituras.

ADENDO IV - Os Ensinos do “EVANGELHO DA PROSPERIDADE” em confronto com as Escrituras.

ADENDO V - A Verdadeira Prosperidade.

 

1.1   Definição e Foco da Ciência de UL’HIM

1.1.1 Definição: O termo Teologia é de origem grega e, etimologicamente significa: Estudo ou Ciência de DEUS* (theos). O termo começou a ser usado pelos “cristãos” a partir de Eusébio de Cesárea, com a paganização paulatina da Igreja... A partir de então, passa a ser entendido como sendo a exposição e estrutura da Revelação Compreendida pela fé.

Seria o mesmo que Compreender e se aprofundar nas Verdades reveladas à luz da razão (lógica) iluminada pela Fé. Ou melhor, poderíamos defini-la como: A Ciência em que a Razão do crente, guiada pela Fé, se esforça em compreender melhor os Mistérios em si mesmo e suas consequências...

Nota de o Caminho: O termo DEUS passa a ser amplamente usado com consequências drásticas ao “cristianismo”, pois se ignora o Nome (Êxodo/Shuamós 6:3; 9:16 – [yhwh = YAOHUH UL’HIM – O Criador ETERNO]) e passa a ser usado um título (DEUS) como sendo o próprio Nome... que, no entanto, alude a um deus advindo do paganismo, ZEUS (ponto para há-satã) tornando assim, extremamente pernicioso usar este termo: TEOLOGIA!

 

1.1.2 O Foco:

         1.1.2.1 Foco Natural (material): É a realidade da qual se ocupa, propriamente, a Ciência de UL’HIM. O foco é o ETERNO (I Tm 1:6-16) e todas as realidades naturais por Ele criada (criacionismo x evolucionismo), através da Palavra, o Verbo do ETERNO – o Seu Filho unigênito (João/Yao'khanan  1:3,14). Realidades governadas por Seu Filho, Yaohu’shua (Êxodo/Shuamós 23:21 cf João/Yao'khanan 17:11) – corrompido para JESUS – o Cristo (do grego, Messias, Redentor, Salvador ou UNGIDO)...

Tal foco pode ser primário onde o princípio da Vida (a ciência explica, mas não cria) é o poder que emana do Pai; e, secundário em que TODAS as coisas criadas revelam o Criador como explicação final de suas origens (explicadas apenas por TEORIAS).

         1.1.2.2 Foco Formal (superior): Representa, antes de tudo, o status quod, próprio do ETERNO (Sua divindade inigualável – o Todo Poderoso) e também a Sua divindade irradiada às Suas criaturas (Gênesis/Bereshit 1:26): A Luz sob a qual a razão é compreendida pela Fé...

 

1.2   A Fé e a Ciência de UL’HIM

Dizemos que as Verdades da Revelação (escrita ou natural) podem nos aproximar dEle, através da (Hebreus/Yaohudim 11:1), em quanto que os fatos históricos contido em tal Revelação nos ajudam a crer; e, por meio da a Ciência de UL’HIM, enquanto tais Verdades são lógicas (vista pela razão) e susceptíveis, cada vez mais, de uma compreensão cada vez maior (isaías/Yashua'yah 28:10).

A Fé, então, passa a ser quando algo é aceito por ser digno de credibilidade (lógica). Ë próprio da Ciência de UL’HIM, esta ótica! O motivo desta Fé formal está na autoridade revelada pelo Pai, o único que é ETERNO. A Ciência de UL’HIM passa a ser a razão (compreensão) da nossa (I Pedro/Káfos 3:15) em função da lógica em detrimento do apenas “está escrito“.

Isto posto, a Ciência de UL’HIM é algo mais (apesar de estar embasa na Fé) do que , visto que a boa Ciência de UL’HIM se faz a partir da Fé e assim passa a ser algo mais do que uma simples reflexão racional sobre os fatos da revelação...

Por isto afirmou Agostinho: "intelligere ut credas, credere ut intelligas" (há de entender para crer e crer para entender). Anselmo de Canterbury entendia a Ciência de UL’HIM como "fides quarens intellectum"; a Fé que busca entender, não por curiosidade senão por amor e veneração ao Todo-poderoso... O crente não discute a , porém mantém-se firme na busca pelas razões porque ela (a ) é assim.

Portanto, a Ciência de UL’HIM é desenvolvida a partir da dimensão intelectual do ato da ! Ela é uma reflexiva, que pensa, compreende, pergunta e busca... Trata de elevar, dentro do possível, crer ao nível da inteligência. O Teólogo (estudante) se apóia na solidez do conhecimento (entendimento) do Divino, pela Fé, porém, apoiando-se na razão humana e em suas conquistas intelectuais. Então, devido a isto, o Teólogo procura organizar e interpretar as doutrinas apresentada nas Escrituras e seguida pela Igreja do primeiro século [a igreja do Cavalo Branco – pureza – do Apocalipse (do grego – Revelação)], antes de sua paganização advinda do romanismo (papismo).

 

1.3  A Ciência de UL’HIM como Ideologia

Para mostrar o caráter científico da Ciência de UL’HIM sob a ótica da ciência mundana (dita oficial), antes temos que definir o conceito de ciência. Se entendermos por ciência somente aquela disciplina caracterizada por uma aproximação à verdade (não absoluta, metodológica e firmada sobre o real, palpável, etc) ligada a uma gestão cuja exatidão é dirigida e apoiada por experimentos (acertos e erros), certamente a Ciência de UL’HIM não é uma ciência, posto que o científico seria só aquilo que é rigorosamente verificável...

Porém, se entendemos como ciência aquela disciplina em que se pode provar algo, com métodos próprios, podemos convergir em bases que se pode ensinar a outros; neste sentido, se poderia dizer que a Ciência de UL’HIM é uma ciência canônica (em razão de suas normas rígidas).

Tomás de Aquino*, mantendo o caráter científico da Ciência de UL’HIM, se firma em dois argumentos:

1.3.1 Normalmente a ciência tem evidências de seus princípios; porém, as ciências cujos princípios vem de outra ciência superior que através desta, consegue demonstrar – e provar – os seus princípios (como a Matemática comprova a Física), partindo do pressuposto que já são devidamente comprovados, esta é uma ciência subalterna (derivada).

Seria assim, a Ciência de UL’HIM, uma ciência subalterna, uma vez que muitos de seus princípios seriam comprovados por outras ciências assim ditas, superiores. Porém estes princípios “superiores” advêm do ETERNO, ou seja, da Ciência do Criador (aceito – pela Fé - e não discutidos)!

1.3.2 Também se exige status de ciência quando conseguimos comprovar racionalmente a Revelação quando determinadas Verdades se apresentam ligadas à outra, cujas raízes são ligadas a princípios reais. Ao dizer-se, a Ciência de UL’HIM é uma ciência porque temos Verdades/conclusões que partem, racionalmente, de Verdades/princípios de modo que ambos (conclusões e princípios) são igualmente frutos de Revelação. Portanto, é dito, é uma ciência porque conseguimos obter conclusões através de alguns princípios revelados de tal forma que as conclusões também passam a serem consideradas frutos de revelações.

Conseguimos, assim, adquirir conclusões além da Revelação formal, através da elaboração racional. Se isto não fosse assim, não poderíamos obter a Kerigma (VERDADE), e estaríamos perdendo uma grande quantidade de Verdades secundárias que partem do desenvolvimento da Revelação e que, portanto, também são Verdades...

* Nota de o Caminho: Mesmo não aceitando os dogmas da ICAR, podemos citar algumas fontes (os tais “pais da igreja” – ICAR) provenientes dela, uma vez que a Verdade pode estar “misturada” entre suas doutrinas pagãs...

 

1.4  Métodos exclusivos da Ciência de UL’HIM – As Fontes Teológicas

O método que a Ciência de UL’HIM utiliza é construído em três etapas:

1.4.1 Exposição de uma determinada doutrina apostólica sobre uma Verdade de Fé.

1.4.2 Compreensão (exposição) da doutrina sob a ótica das Sagradas Escrituras e quando muito, pela tradição histórica...

1.4.3 Reflexão (absorção) da Verdade Revelada.

Desta forma, a Ciência de UL’HIM vai tornando-se uma ciência teológica. Este método (modo) de se proceder permite compreender os componentes ou fases essenciais do método, que busca a compreensão científica da Revelação através de dois caminhos possíveis:

         1.4.3.1 Fixação do conteúdo da Revelação, o mais fiel possível.

         1.4.3.2 Compreensão e síntese deste conteúdo.

Ambos são aspectos complementares; indispensáveis à Ciência de UL’HIM. Só assim poderemos viver (aplicar em nossas vidas) a Ciência de UL’HIM! Num primeiro momento, que é o momento positivo da Ciência de UL’HIM, tratamos (entre outras coisas) do Estudo das fontes (doutrinas, princípios, etc) da Ciência de UL’HIM.

Por tanto, tais fontes são as Escrituras Sagradas que é a Palavra do ETERNO para as nossas vidas, seguido de escritos (estudos); livros; Internet; programas de computador; etc. Mas, sempre levando em consideração o que lemos em Atos dos Apóstolos/Emissários 17:11. Portanto:

1.4.3.3 A Escritura Sagrada é a Palavra do ETERNO, uma vez que foi escrita sob Sua inspiração (II Timóteo/Yao'tam 3:16) e por isto, a Escritura deve ser a alma da Ciência de UL’HIM. Ë a base das afirmações teológicas (princípios; conclusões e ou Revelações) e a isto chamamos de Exegese (Interpretação de textos Sagrados – a ser estudado no Módulo V); pela qual o conhecimento Escriturístico é fundamental e permite-se rejuvenescer constantemente a Ciência de UL’HIM (sempre crescendo em direção à Verdade – Yaohu’shua [João/Yao'khanan 14:6]).

Por isto, não tenha receio, a tradição histórica (contexto histórico) é essencial para desvendar Verdades antes oculta sob o véu do desconhecimento cultural... II Ts 3:6.

Nota de o Caminho: Cuidado! Não confunda o contexto histórico por simples tradição (presente principalmente dentro da ICAR) onde o dito popular continua valendo: Uma mentira de tanto ser repetida acaba se tornando em verdade!

         1.4.3.4 A tradição histórica reflete a vida intelectual, oral e até mesmo litúrgica dos dias em que foi escrito os textos estudados e sempre devemos dar ênfase à igreja do primeiro século descrita no livro de Atos... (Atos 16:5). Ela é anterior mesmo ao texto escrito, e por isto deve também ser considerada e faz parte do contexto (assunto) estudado, mantendo com ele uma profunda relação. Ela acaba por se tornar a própria palavra do Eterno, não escrita... Mas, tenha muito cuidado em considerá-la, pois Paulo/Sha’ul nos adverte ...tendo cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo o Ungido; Cl 2:8.

A tradição histórica (contexto histórico) pode vir a clarear algum texto obscuro das Escrituras e principalmente são as raízes das palavras empregadas no texto, que escondem tais Verdades... Tais contextos históricos podem ser encontrados na própria Escritura ou fora dela, em escritos da época ou até mesmo em livros apócrifos*

* Nota de o Caminho: Os livros chamados apócrifos (não canônicos) podem ser consultados desde que não sejam usados para se extrair ou embasar alguma doutrina...

         1.4.3.5 Os líderes – Devem se considerados em textos de difícil interpretação uma vez que estes, geralmente têm mais experiências (bagagem escriturística) do que nós... At 8:31. tais pessoas são chamadas pelo próprio ETERNO para nos auxiliar e por isto merecem a nossa consideração. E, em virtude do mandato recebido do próprio Ungido (I Co 12:4-11). Portanto, os líderes têm a missão de preservar as Verdades da Fé em toda a sua integridade. Ele a protege de erros (falsas doutrinas) e julga com a autoridade de Yaohu’shua, agora em espírito onipresente (Mateus/Matt'yaohuh 18:16). Interpreta com fidelidade as revelações das profecias com os instrumentos propostos pela Ciência de UL’HIM e ao mesmo tempo oferece subsídios para o desenvolvimento da Fé...

A Ciência de UL’HIM analisa o extenso material arqueológico que pode confirmar a doutrina em pauta, estudada por algum líder, ou melhor, pela igreja!

Nota de o Caminho: Por muito tempo considerou-se Yashua'yah 53 (corrompido para Isaías) um enxerto às Escrituras devido à fidelidade do texto aos fatos que ocorreram em relação ao Messias... Pensava-se ter sido escrito por algum autor ocular! Porém, recentemente foram encontrado entre os escritos de Qumrãm, no Mar Morto, um livro completo de Yashua'yah e lá estava o capítulo 53!

Portanto, ainda que a História possa (também) estar corrompida/adulterada, pode e deve ser usada como mais um subsídio para se esclarecer (ou encontrar) a Verdade!

 

1.5  A Ciência de UL’HIM’HIM Positiva e a Ciência de UL’HIM Especulativa

A Ciência de UL’HIM positiva, como temos visto, é a ciência do conteúdo integral da Revelação, que procura determinar e trazer toda a “história” documental de um determinado fato ou doutrina extraída desta Revelação – a Palavra – e transmitida em sua integridade. Deseja-se conhecer o corpo ou a forma externa de um dado revelado... e, para isto, usamos um estilo metódico, exaustivo e racional que é próprio de ciências positivas. Isto fazemos, para chegarmos o mais próximo possível da Palavra do ETERNO!

Ela trata de responder à seguinte pergunta: Qual é, exatamente, a Verdade revelada pelo ETERNO? Assim, procura determinar e estabelecer o que o ETERNO tem Revelado e como está Revelado; se o fez diretamente ou indiretamente, de modo explicito ou implícito, com expressões obscuras ou claras, etc, etc, etc. E, porque as doutrinas (reveladas) não se encontram com a mesma nitidez, sendo necessário um trabalho de interpretação, proveniente, em sua maioria de vezes, de um líder?

Vejamos agora a Ciência de UL’HIM especulativa: É o aprofundamento das Verdades reveladas, mostrando-nos a sua integridade, com o auxílio das ciências humanas. Esta nos leva à uma compreensão maior do fato revelado, porém não se deve confundir com uma simples “especulação”; não é simplesmente a aplicação de uma filosofia técnica à compreensão da Doutrina Revelada. Se não, toda a Ciência de UL’HIM  especulativa acaba por ser contraditória às doutrinas antes estabelecidas e foge do controle da Luz da Revelação. Portanto, não é uma estrutura à parte da Ciência de UL’HIM, independente, de modo a adicionar algo intrínseco ou facilmente separável; se não, é algo que se encontra englobado na Ciência de UL’HIM positiva. Esta, de fato, é o ponto de partida; é o princípio que conduz ao caminho a ser percorrido pela reflexão e a isto podemos chamar de Verdade Progressiva!

Nota de o Caminho: Sempre esteve lá, mas foi se revelando, pouco a pouco, segundo a nossa capacidade!

A Ciência de UL’HIM especulativa se baseia, portanto, em um estudo realista, profundo e, a mente humana se torna capaz de absorver como autenticas realidades, a existência dos mistérios, agora revelados. Por isto, e de grande auxílio, o uso de analogias. As analogias permitem-nos falar sobre o ETERNO com palavras tais que o nosso linguajar tenha sentido... Yaohu’shua usava isto, com maestria, quando dizia ser o Pão da Vida, etc... Portanto, estas analogias respondem a duas realidades:

1.5.1 Faz com que a afirmação doutrinal seja coerente com a Fé e assim pode ser entendida a partir dela (nos permite interpretar o Antigo Testamento – Tanakh - em relação ao Novo Testamento/B’hit Chadashá -  e vice-versa).

1.5.2 …e, nos fala das diferentes relações e conexões entre as diversas Revelações, tornando-as integrantes de um único foco (plano): a salvação e restauração da raça caída!

Por último, ciências tais como a filosofia, podem ajudar na Ciência de UL’HIM como facilitador na compreensão das doutrinas de modo que o estudante pode empregá-la segundo as exigências e natureza dos mistérios inerentes à Revelação. Portanto, a Ciência de UL’HIM não está ligada a nenhuma filosofia humana, mas pode usufruir de toda “verdade” (mecanismos de interpretação ou compreensão do tipo meditação ou contemplação) que possa estar presente nesta. Porém, cuidado, nem toda “Filosofia” (platônica; nova era; esotérica; etc) está apta a expressar a Revelação divina.

Nota de o Caminho: Lembre-se que a doutrina anti-escriturística da trindade é embasada em conceitos platônicos... Mistério é como se define a trindade e mistério, nas Escrituras, é como se define BABILÔNIA – Apocalipse/Kanodgaluth (Revelação) 17:5.

Já, apoiado no que temos dito até aqui, surgem duas grandes tarefas: Compreender e Organizar (sistematizar) o fato (doutrina) revelado; vejamos:

1.5.3 Compreensão, na medida do possível, do fato (doutrina) Revelado. Não estamos, com isto, querendo dizer que os mistérios sejam fatos totalmente evidentes... Se não que é a busca sistemática e precisa do sentido (lógico), presente na Fé, que nos faz relacionarem-se os mistérios entre si. Com isto, podemos dizer que o trabalho especulativo (sistemático) trata de:

1.5.3.1 Definir conceitos

1.5.3.2 Extrair conclusões

1.5.3.3 Trazer Argumentos a favor

1.5.3.4 Responder às objeções e...

1.5.3.5 Mostrar as conexões entre os mistérios Revelados.

Nota de o Caminho: Tenha sempre em mente que para os simples, não existem mistérios – Mateus/Matt'yaohuh 13:11.

1.5.4 Sistematização: A Ciência de UL’HIM procura expor com rigor lógico os preâmbulos da Fé (demonstrando assim, o que é a Fé, na prática – Tiago/Yah'kaf 2:14 – e que esta não é uma coisa absurda de modo que o homem não possa a aceitar; mesmo levando em conta Hebreus/Yaohudim 11). Procura também sintetizar os Mistérios da Fé de modo que seja, do melhor modo possível, preservar a unidade e a coerência escriturística (não contraditória; Ex: Arrebatamento Secreto – altamente contraditório com diversas passagens escriturísticas). Além disto, procura relacionar os dados e conclusões com o mundo da ciência e cultura humana de nossos dias...

 

1.6 A Unidade de UL’HIM com a pluralidade das disciplinas da Ciência de UL’HIM

A unidade da Ciência de UL’HIM dentro da pluralidade de suas disciplinas está caracterizada pelo fato que todas tem o mesmo objetivo – como ferramentas – que é apontar para o Criador ETERNO por meio do Seu plano salvítico, via Yaohu’shua, o Seu Filho enviado!

A divisão das diferentes disciplinas eclesiásticas (levíticas ou patriarcal), surge progressivamente... Estas podem ser divididas em três grupos distintos:

 

1.6.1 Disciplinas Históricas (Contexto Histórico Cientifico):

1.6.1.1 História – Estuda a influencia da Revelação na cultura histórica dos dias e após os dias de Yaohu’shua dentro do chamado Novo Testamento (o mesmo e feito em relação ao período do Antigo Testamento).

1.6.1.2 Ciências Escriturísticas: Investiga os parâmetros que embasam a Revelação divina; sua história e seu conteúdo nas Sagradas Letras... Tais ciências são:

         A. Introdução às Escrituras

         B. Exegeses dentro do NT e AT.

         C. A Ciência de UL’HIM, propriamente dita.

1.6.2 A Ciência de UL’HIM Sistemática:

         1.6.2.1 Ciência Dogmática (de UL’HIM) – Expõe, sistematicamente, as realidades que se nos manifestam na Palavra do ETERNO (Escrituras). São as Verdades fundamentais da Fé!

         1.6.2.2 A Ciência Moral (de UL’HIM) – Interpreta, cientificamente, as normas morais (próprias) contidas na Revelação, sempre levando-se em consideração as Dez Palavras (Êxodo/Shuamós 20:1-17 cf Tito 1:2; I João/Yao'khanan 2:4).

         1.6.2.3 A Ciência Espiritual – Estuda a vida messiânica (de Seus seguidores) como uma realidade dinâmica. Preocupa-se com os atos (exemplos) pelos quais o homem entra em contato (reflete), ou seja, a Sua relação com o ETERNO, conforme o exemplo de Yaohu’shua (João/Yao'khanan 14:7, 9). Estuda, também, os meios pelos quais esta relação é posta em prática – Mateus/Matt'yaohuh 25:40, 45.

1.6.3 A Ciência de UL’HIM, na prática:

         1.6.3.1 Liturgia (Sidur – Ordem ou Rituais Sagrados) – Descreve como tais rituais (principalmente dentro do AT) aponta para a Obra de Redenção provida por YAOHUH UL’HIM – o Criador ETERNO, via Yaohu’shua, o Seu Filho unigênito.

         1.6.3.2 Direito (autoridade) Canônico – Expõe a ordem dada por Yaohu’shua (Marcos 16:15) à igreja (Kehilah) enquanto Povo do ETERNO*.

Nota de o Caminho: Aplica-se aqui Romanos 11:1-4 e deixa claro a nação de Israel (os filhos de Israel) como o povo do ETERNO e seus membros agregados à ela mediante a Tevilah (imersão em Seu Nome)...

         1.6.3.3 Ciência Levítica (dita pastoral) – Expõe a arte (ministério; dom; chamado; etc) de formar-se líderes para conduzir os membros, moldando os seus caracteres, como autênticos filhos do ETERNO até atingir a plenitude do caráter de Yaohu’shua, o nosso exemplo literal.

Presente nestes três grupos, esta a Ciência Fundamental de UL’HIM (disciplina que mostra a perspectiva da Revelação demonstrada com a realidade da Fé). Estes três grupos acima descritos complementam-se um ao outro – portanto inseparáveis – e nenhum deles, portanto, subsiste sem o outro.

Nota de o Caminho:  As divisões e disciplinas até aqui apresentadas – e a seguir - são APENAS como informação e não é o escopo deste Curso, aprofundar-se nestas divisões, pois visamos o Evangelismo Pessoal...

 

1.7  a Ciência de UL’HIM Escriturística e a Ciência de UL’HIM Sistemática

1.7.1 Diferenciações e Observações

Enquanto cânon, as Sagradas Escrituras é o livro sagrado do cristianismo. Uma biblioteca especial que encerra os pronunciamentos de profetas, sábios, salmistas, teólogos e redatores reais, legisladores, e uma série de personagens históricos. Há entre eles representantes da corte, do templo e do povo. Tratar as Sagradas Escrituras como Palavra do ETERNO não deve diminuir o interesse por esses personagens como indivíduos que viveram em determinado tempo e lugar, sujeitos a determinadas concepções da vida, do mundo e do ETERNO. Cremos que falaram movidos pelo Santo Espírito ('RUKHA-YAOHUSHUA' - YAOHUSHUA em Espírito); e que, o que escreveram constitui Escritura (II Timóteo/Yao'tam 3:16), mas essas afirmações não devem impedir que aqueles mesmos autores sagrados sejam ouvidos naquilo que eles mesmos tinham a dizer ali e então. É justamente o que eles falaram que constitui a Palavra do ETERNO.

Nota de o Caminho: Muitas vezes vemos tais homens exprimindo suas próprias opiniões e obras: Lucas foi uma espécie de repórter (juntando, analisando e escrevendo os Fatos, mesmo assim, sabemos que foi por inspiração divina – Revelação Lucana – que escreveu o seu Evangelho); Paulo/Sha’ul sempre tomou cuidado ao expor a sua opinião pessoal – I Cor 7:12; etc...

 

1.7.2 A Ciência de UL’HIM Escrita como interesse para a Ciência dos autores bíblicos

É quando o leitor das Sagradas Escrituras se pergunta pelo sentido das palavras dos próprios escritores sagrados ao apresentar o tema da Ciência de UL’HIM, Escrita. A Ciência de UL’HIM Escrita está preocupada em prestar atenção às afirmações dos autores bíblicos, de acordo com o seu tempo e lugar (cultura histórica). Como os escritores bíblicos não viveram todos no mesmo lugar nem no mesmo momento, está (a Ciência de UL’HIM) atenta às suas diferenças de opinião temporal. Será se um legislador pensa como um profeta? Um salmista tem as mesmas concepções sobre o divino que um sábio? Não é difícil compreender que um escritor do ano 1.200 a.C. que viva nos primeiros anos da formação do que então viria a se tornar Israel, pense de forma diferente de outro escritor que viva cerca de 550 a.C., quando Israel já deixara de ser uma nação livre.

Para isto, costuma-se dividi-la em a Ciência de UL’HIM no Antigo e no Novo Testamento. A JUERP - Junta de Educação Religiosa e Publicações da Convenção Batista Brasileira (trinitariana); publicou dois livros sobre esse tema: A “Teologia” no Antigo Testamento - questões fundamentais no debate atual e a “Teologia” no Novo Testamento, de G. F. Hasel. Uma (do Antigo Testamento) está interessada em pensar sobre os conceitos teológicos dos autores do Antigo Testamento, e como os relacionavam à vida em todas as suas dimensões (social, política, econômica, religiosa, sexual, cultural, etc.*). Por sua vez, a outra (do Novo Testamento)  está interessada em ouvir os pronunciamentos doutrinais dos seus autores. Claro está que se tratam de obras distantes, no tempo, uma da outra. Ambas (“teologias”) sabem que, por mais comum que lhes seja o substrato cultural e religioso, as expressões escriturísticas do Antigo e do Novo Testamento possuem peculiaridades que não podem ser negligenciadas. Mesmo dentro de um e de outro há peculiaridades que precisam ser observadas.

Nota de o Caminho: Tais obras, neste contesto, tentam justificar o comportamento humano ao longo destes 40 séculos de história eclesiástica...

Se a levarmos a sério, chegaremos à conclusão de que a Ciência de UL’HIM não tem apenas um discurso. Numa palavra: Cada livro das Sagradas Escrituras possui sua própria maneira de compreender a vida, o mundo e o ETERNO. Muitas vezes, por se tratarem de livros compostos por coleções de textos de vários escritores, um mesmo livro das Sagradas Escrituras (Salmos como exemplo) pode conter perspectivas diferentes sobre a vida, o mundo e o ETERNO. Portanto, a Ciência de UL’HIM Bíblica sempre prestará atenção àquele pronunciamento doutrinais específico registrado naquele texto escriturístico que o estudante examina. Cada autor bíblico representa um fenômeno histórico-social independente, muitas vezes relacionado a outros autores, a outros textos, a outros fenômenos histórico-sociais. Faz sentido, porque, a rigor, as Escrituras afirma que foram homens que falaram movidos pelo Santo Espírito ('RÚKHA-YAOHUSHUA' - YAOHUSHUA em Espírito). O que quer que tenham falado, está escrito. Ler o que falaram aqueles homens, compreender o que disseram, como criam, em que criam, por que criam e o que faziam com suas crenças é tarefa da qual cuida a Ciência de UL’HIM (objeto deste Curso). São as delícias da Ciência de UL’HIM Escrita... que deve ser crítica e honesta (coerente, apesar desta diversidade) consigo mesma!

1.7.3. A Ciência de UL’HIM Sistemática como sistematização dos dogmas cristãos

Contudo, a Ciência de UL’HIM Escriturística não é a única forma com que os homens têm pensado as Sagradas Escrituras. Na verdade, nem é a mais antiga. Por incrível que possa parecer, a preocupação com aquilo que diziam os autores bíblicos é mais recente do que a preocupação com o sistema eclesiástico sustentado pela igreja.

Historicamente, o dogma cristão tornou-se mais relevante do que as formulações eclesiásticas dos autores bíblicos. O sistema eclesiástico cristão acabou tornando-se uma espécie de descrição da Verdade, nos moldes do sistema cultural greco-romano onde foi gerado (a Igreja do primeiro século – a igreja presente no livro de Atos). R. B. Zuck tem publicado pela Vida Nova um livro chamado A Interpretação Bíblica. Ali se descreve como nos dois primeiros séculos do cristianismo a igreja criou um sistema de interpretação eclesiástica e sistematização das doutrinas baseado na alegoria, na tradição e na autoridade. Zuck chega a afirmar que se dizia (Justino) que "o Antigo Testamento era pertinente aos cristãos. Mas essa pertinência (...) era percebida por meio da alegorização" (p. 39). Mas a única alegorização correta, dizia-se também (Irineu), "é o da fé, preservada nas igrejas mediante a sucessão apostólica" (p. 40). No auge da definição do sistema, Tertuliano defendia que a autoridade da igreja devia impor-se às alegorizações não conformes à regra de fé (p. 40).

Parece que Zuck pensa descrever uma outra igreja. O sistema alegoria-tradição-autoridade teria durado apenas até a Reforma (p. 51). Se Zuck pensa realmente assim, parece incorrer em dois equívocos: primeiro, o processo de criação do sistema não pertence à história de outra igreja (cf. Compromisso. JUERP. 4/2001, p. 5.); segundo, a Reforma adotou o mesmo modelo sistemático. Não é de se estranhar que o primeiro movimento da Reforma seja por isso mesmo conhecido como Ortodoxia Protestante.

Nota de o Caminho: Esta concepção justiniana é que deu origem à ICAR, via papado, trazendo o paganismo para dentro da Igreja que Cristo criara (Mateus/Matt'yaohuh 16:18)... E, a partir dela (a ICAR) e após a Reforma Protestante, surge as filhas (Apocalipse/Kanodgaluth [Revelação] 17:4). Todas, concorrentes à Igreja de Atos!

A Ciência de UL’HIM Sistemática é parte da História da Igreja e está indissoluvelmente ligada a ela. A grande tentação para a Ciência Sistemática sempre foi descrever o ETERNO (daí a trindade) e as coisas do ETERNO - tentação a que se cede, não sem riscos, a partir do momento em que o estudante sistemático tem na Ciência de UL’HIM aquela idéia de se tratar do estudo sobre “o ETERNO. Se para o estudante sistemático, a Ciência de UL’HIM é o estudo sobre Ele, então a Ciência de UL’HIM Sistemática é, para ele, a sistematização do conhecimento do ETERNO. A Ciência de UL’HIM Sistemática, nesse caso, possuiria TODO o conhecimento do ETERNO e das coisas pertinentes à Ele e entende-se que sua missão seja apresentar esse conhecimento de tal forma detalhado que, os crentes possam ter de seu Criador, a melhor compreensão possível.

Uma outra forma de se descrever a Ciência de UL’HIM Sistemática é delineá-la como sendo o estudo das formulações das doutrinas dita cristãs. Por consistir em formulações, é disciplina humana; por serem doutrinais, tais formulações são fruto de reflexão sobre os conceitos históricos que a igreja tem do ETERNO; por ser cristã, é já um olhar sob a ótica divina a ser definido; e, isto, mediante o contexto histórico, hermenêutico. O que isto significa? Significa que a Ciência de UL’HIM Sistemática não deve ser encarada como o conjunto das Verdades de e sobre o ETERNO, mas como um esforço humano para pensar as expressões eclesiásticas cristãs elaboradas no decurso de sua caminhada. São as delícias da Ciência de UL’HIM Sistemática... que deve ser crítica e honesta consigo mesma.

Nota de o Caminho:  Daí o conselho de Paulo/Sha’ul - ...para que não mais sejamos meninos, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina, pela fraudulência dos homens, pela astúcia tendente à maquinação do erro; Efésios 4:14 cf Colossenses 2:22 (Hebreus/Yaohudim 13:9).

1.7.4. Escritos Sagrados versus a Ciência de UL’HIM Sistemática

São pronunciamentos radicais (antagônicos): Enquanto a Ciência de UL’HIM Escrita reflete sobre um pronunciamento histórico-cultural específico (o do autor [AT ou NT] de determinado texto bíblico [do AT ou do NT]), a Ciência de UL’HIM Sistemática reflete sobre uma corrente ideológica específica (a tradição doutrinal dita cristã). Se a perspectiva for apenas escriturística (está Escrito), talvez seja mais interessante um esforço maior dentro da Ciência de UL’HIM. Se a perspectiva for histórico-eclesiástica, a Ciência de UL’HIM Sistemática, ao lado da História e da Cultura, pode contribuir para o esclarecimento de temas importantes presentes na Ciência de UL’HIM. Essas duas formas de fazer a Ciência de UL’HIM têm seu lugar e importância... Uma pode completar a outra e não necessariamente nesta ordem (Escritos e Estudo Sistemático).

Nota de o Caminho: O estudo sistemático só é possível mediante uma “bagagem” escriturística! Sem esta “bagagem”; muitas doutrinas de homens passam a serem consideradas doutrinas de UL’HIM... daí a importância deste Curso.

1.7.5  Divisões da Ciência de UL’HIM Sistemática

1. Ciência de UL’HIM Natural = Estuda fatos que se referem ao ETERNO e Seu universo, que se encontra revelado na natureza.

2. Ciência de UL’HIM Exegética = Estuda o Texto Sagrado e assuntos relacionados, através do estudo das línguas originais, da arqueologia bíblica, da hermenêutica bíblica e da Ciência de UL’HIM bíblica.

3. Ciência de UL’HIM Bíblica = Investiga a verdade do ETERNO e o Seu universo no seu desenvolvimento divinamente ordenado e no seu ambiente histórico, conforme apresentados nos diversos livros da Bíblia. A Ciência de UL’HIM bíblica é a exposição do conteúdo doutrinário e ético da Bíblia, conforme originalmente revelada. A Ciência de UL’HIM bíblica extrai o seu material exclusivamente da Bíblia.

4. Ciência de UL’HIM Histórica = Considera o desenvolvimento histórico da doutrina, mas também investiga as variações sectárias e heréticas da verdade. Ela abrange história bíblica, história da Igreja, história das missões, história da doutrina e história dos credos e confissões.

5. Ciência de UL’HIM Dogmática = É a sistematização e defesa das doutrinas expressas nos símbolos da igreja. Assim temos “Dogmática Cristã”, por H. Martensen, com uma exposição da Confissão de Westminster e de outros símbolos presbiterianos; “Ciência de UL’HIM Sistemática”, por Louis Berkhof, como uma exposição da Ciência de UL’HIM Reformada; etc.

6. Ciência de UL’HIM Prática = Trata da aplicação da verdade aos corações dos homens. Ela busca aplicar à vida prática os ensinamentos das outras Ciência ditas cristãs, para edificação, educação, e aprimoramento do serviço dos homens. Ela abrange os cursos de homilética, administração da igreja, liturgia, educação cristã e missões.

 

 

2. AVALIAÇÃO:  MÓDULO I – A CIÊNCIA DE UL’HIM (BÁSICO)

ATENÇÃO: TODAS as questões foram elaboradas em forma de múltipla escolha, porém, APENAS UMA RESPOSTA para cada questão é CORRETA. Se necessário, use outras fontes de pesquisas, além deste módulo... Boa prova e que YAOHUH UL’HIM – o CRIADOR ETERNO, o Abençoe. Amnao!

- NÃO RESPONDA À ESTA AVALIAÇÃO SEM ANTES LER OS ADENDOS APÓS O FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO -

 

Questão 01. O que é a Ciências de UL’HIM?

A Conjunto de ensinamentos sobre a Pessoa do ETERNO.

B Regras às quais o ETERNO está sujeito.

C As palavras do ETERNO para a igreja.

D A disciplina do ETERNO para o crente.

Questão 02. Poderíamos dizer que a ciência de UL’HIM é...

A Curso de formação, para novos crentes.

B Certeza das coisas do ETERNO.

C Presunção do homem em conhecer o ETERNO.

D A ciência que se preocupa com o infinito e o finito.

Questão 03. Qual das partes da Ciência de UL’HIM Sistemática expõe as Verdades fundamentais da Fé?

A Primeira Parte.

B Segunda Parte.

C Terceira Parte.

D Quarta Parte.

Questão 04. Dentro de uma avaliação razoável, de uma definição digna, pode-se definir o ETERNO?

A Não. Ele é um Ser não definível.

B Somente os Apóstolos e Profetas poderiam definir o ETERNO.

C Não. O ETERNO apenas pode ser sentido.

D Sim. Ele pode ser definido.

Questão 05. Pensando em Sua essência e natureza, como poderíamos descrever a substância do ETERNO?

A Um Espírito que habita em toda a matéria.

B Puro Espírito, sem mistura com a matéria.

C Um Espírito que se fez matéria.

D Puro Espírito e pura matéria.

Questão 06. Qual efeito o homem sofre em si mesmo, por tentar ignorar a existência do ETERNO.

A Nenhum. Ele ignora o ETERNO e segue sua vida.

B Por ignorar o ETERNO, ele morre mais cedo.

C Por ignorar o ETERNO, ele se torna cada vez mais brutal.

D Nenhum. Afinal, no final de seus dias ele será perdoado.

Questão 07. Onde podemos encontra seguidores da Teologia da Prosperidade?

A Espíritas.

B Panteístas.

C Ateus.

D Pentecostais.

Questão 08. O que devo fazer para realmente ser próspero?

A Simplesmente negar a existência do mundo espiritual.

B Duvidar que a mente humana possa ser corrompida por satanás.

C Ser fiel a Ele (como Ele é às Suas promessas), seguindo a Sua Palavra

D Fazer uma aliança com Ele e fazer a minha parte, antes...

Questão 09. A origem intelectual da doutrina da trindade vem:

A da Índia.

B de Platão.

C de Grécia.

D de Buda.

Questão 10. Você saberia dizer qual das sequências abaixo NÃO é composta exclusivamente pelos atributos morais do ETERNO?

A Justiça, Amor, Fidelidade, Bondade e Humildade.

B Fidelidade, Justiça, Bondade e Amor.

C Justiça, Amor, Fidelidade e Misericórdia.

D Santidade, Misericórdia, Justiça e Amor.

 

USE O FORMULÁRIO ABAIXO PARA NOS ENVIAR A SUA AVALIAÇÃO (CONFIRA O SEU E-MAIL) OU PREENCHA O QUADRO-RESPOSTA CONTIDO NO ARQUIVO “CTAcapa” [Use o Selecionar, Copiar e Colar em um Novo WORD]

DICA: Anote primeiro em uma folha e, DEPOIS passe as respostas para o Gabarito que você copiou do arquivo CAPA; marcando em NEGRITO (na cor vermelha) a letra correspondente – SUA AVALIAÇÃO SERÁ CORRIGIDA PELO Gabarito!

 

OBS: Uma vez APROVADO, proceda a CONFIRMAÇÃO da sua matrícula [enviaremos nossos dados para a confirmação após ser aprovado neste módulo - caso não obtenha a nóta mínima (3.0 pts) refaça o estudo e tente novamente] fazendo o depósito correspondente aos próximos 04 módulos e após isto, você receberá a senha para dar continuidade ao CTA ou se preferir, receber o próximo Módulo em seu e-mail. E que o ETERNO YAOHUH UL’HIM nos abençoe em nossa busca pela Verdade. Amnao!

 

ADENDO I -   A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

A Teologia da Prosperidade* é uma teologia adotada por alguns grupos religiosos, especialmente os neo-pentecostais de origem batista que pregam a prosperidade material e terrena dos fiéis que se voltam a “Jesus”, através da participação nos cultos e donativos à Igreja.

Nota de o Caminho:  Neste tema poderemos (sempre entre aspas) usar termos apócrifos tais como teologia, jesus ou deus  para dar coerência ao erro doutrinal...

A “teologia da prosperidade” tem como alicerce de seu fundamento:

1. O expansionismo doutrinário (muitas vezes com rudimentos teatrais do tipo rituais judaicos: Kipá e tudo o mais...),

2. O imediatismo da chegada do reino de “jesus” (apresentando como um fato aterrorizante –  fim do mundo onde somente “os bons” serão “retirados” pouco antes)  e...

3. A musica (shows gospel).

São esses os três fundamentos que atraem, milhares de pessoas. Principalmente jovens de classe media baixa. Ela pressupõe sua doutrina, em uma aliança “bíblica”, baseado em textos (fora do seu contexto, adulterados) que mereceriam uma devida exegese, tais como:

"Faço aliança contigo e com tua posteridade, uma aliança eterna, de geração em geração, para que eu seja o teu Deus e o Deus de tua posteridade" (Gn, 17,7). Mais tarde diz “Fazei prova de mim.. (Ml 3:10). Tal aliança é depois reforçada por Cristo quando diz nos Evangelhos: "Buscai e achareis (...), pedi e recebereis(...), batei e abrir-vos-á" (Lc 11:9).

As frases acima pressupõem que o ETERNO tem uma verdadeira aliança material, na qual mediante o pagamento de dízimo, ofertas definidas, e sacrifícios financeiros, por parte do fiel devoto, Ele honra! O ETERNO é “obrigado” a lhe dar carro do ano, casa na praia, sucesso nos negócios e mesmo no amor...

Ao fazer tal “doação”, ao abrir mão de algo em troca de outra coisa que você almejaria “com tanta fé”, isso mostraria ao Universo (“a deus”) que seu desejo deve ser entendido como uma ordem. E Ele é fiel e cumpre o que promete...

Nota de o Caminho:  Observe bem quem são aqueles que colocam tais adesivos em seus carros...

Deveríamos abrir a boca, como Paulo/Sha’ul (Ef 6:19,20) e perguntarmos aos tais: E você, é fiel à Ele? Jo 14:21; Apocalipse/Kanodgaluth (Revelação) 14:12.

Com este objetivo – ser próspero – estas igrejas ganham (ou caçam) membros e assim a sua “receita” aumenta com os “dízimos e ofertas” de Malaquias/Molaokhi 3:10!

Nota de o Caminho:  Leia Malaquias/Molaokhi desde o capítulo 2 e veja que quem estava roubando ao ETERNO, eram os sacerdotes – repreensão à eles... Desde o estabelecimento dos Levitas como sacerdotes do templo, fora vedado a eles possuírem propriedades (receberiam apenas o necessário –alimentos - para a sua subsistência). Lendo em Atos 4:36-37 vemos um destes levitas roubadores, arrependendo-se, vendendo suas propriedades e juntando-se à igreja (Kehilah) de Yaohu’shua!

 

ADENDO II - A “Teologia da Prosperidade” o que é... à Luz das Escrituras?

INTRODUÇÃO: Nos últimos anos, tem sido apregoada aos quatro cantos do mundo um ensino exagerado sobre a prosperidade cristã. Segundo este ensinamento, todo crente tem que ser rico, não morar em casa alugada, ganhar bem, além de ter saúde plena, sem nunca adoecer. Caso não seja assim, é porque está em pecado ou não tem fé (e assim a “igreja” se redime de sua culpa). Neste estudo, procuraremos examinar o assunto à luz das Sagradas Escrituras, buscando entender a verdadeira doutrina da prosperidade.

O QUE É PROSPERIDADE.

No Dicionário Aurélio encontramos vários significados em torno da palavra prosperidade:

A. PROSPERIDADE (do lat., prosperitate). Qualidade ou estado de próspero; situação próspera.

B. PROSPERAR. Tornar-se próspero ou afortunado; enriquecer; ser favorável; progredir; desenvolver.

C. PRÓSPERO. Propício, favorável, ditoso, feliz, venturoso.

No entanto, Escriturísticamente, prosperidade é mais que isso. É o que diz o Salmos/Tehillím 1:1-3 - Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores; antes tem seu prazer na Lei do ETERNO, e na Sua Lei medita de dia e noite. Pois será como a árvore plantada junto às correntes de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cuja folha não cai; e tudo quanto fizer prosperará.

 

ADENDO III - A MODERNA “TEOLOGIA DA PROSPERIDADE” EM CONFRONTO COM AS ESCRITURAS.

1. NOMES INFLUENTES.

1. KENYON. Nasceu em 24.04.1867, Saratoga, Nova York, EUA, falecendo aos 19.03.48. Nos anos 30 a 40, desenvolveram-se os ensinos de Essek William Kenyon. Segundo Pieratt (p. 27), ele tinha pouco conhecimento teológico formal. "Kenyon nutria uma simpatia por Mary Baker Eddy" (Gondim, p. 44), fundadora do movimento herético "Ciência Cristã", que afirma que a matéria, a doença, não existem. Tudo depende da mente. Pastoreou igrejas batistas, metodistas e pentecostais. Depois, ficou sem ligar-se a qualquer igreja. De acordo com Hanegraaff, Kenyon sofreu influência das seitas metafísicas como Ciência da Mente, Ciência Cristã e Novo Pensamento (Seitas heréticas da Nova Era, a religião de satanás), que é o pai do chamado "Movimento da Fé" ou “Mover do Espírito”. Esses ensinos afirmam que tudo o que você pensar e disser transformará em realidade. Enfatizam o "Poder da Mente". Uma característica destes “cultos” é a ordem: “Vamos profetizar!”

2. KENNETH HAGIN. Discípulo de Kenyon. Nasceu em 20.08.1918, em McKinney, Estado do Texas, EUA. sofreu várias enfermidades e pobreza; diz que se converteu após ter ido três vezes ao “inferno” (Romeiro, p. 10). Aos 16 anos diz ter recebido uma revelação de Mc 11.23,24, entendendo que tudo se pode obter do ETERNO, desde que confesse (declare, profetize) em voz alta, nunca duvidando da obtenção da resposta, mesmo que as evidências indiquem o contrário. Isso é a essência da "Confissão Positiva".

Foi pastor de uma igreja batista (1934-1937); depois ligou-se à “Assembléia de Deus” (1937-1949), em seguida passou por várias igrejas pentecostais, e , finalmente, fundou seu próprio ministério, aos 30 anos, fundando o Instituto Bíblico Rhema. Foi criticado por ter escrito livros com total semelhança aos de Kenyon, mas defendeu-se, dizendo que não era plágio, que os recebera diretamente de “deus”.

OUTROS:

Kenneth Copeland, seguidor de Haggin, diz que "Satanás venceu ‘Jesus’ na cruz" (Hanegraaff, p. 36). Benny Hinn. Tem feito muito sucesso. Diz que teve a revelação de que as mulheres originalmente deveriam dar à luz pelo lado de seus corpos (id., p. 36). Há muitos outros nomes, mas não é este o objetivo deste curso...

 

ADENDO IV - OS ENSINOS DO “EVANGELHO DA PROSPERIDADE” EM CONFRONTO COM AS ESCRITURAS.

Os defensores da "teologia ou do evangelho da prosperidade" baseiam-se em três pontos a serem considerados:

1. AUTORIDADE ESPIRITUAL: PROFETAS, HOJE...

Segundo K. Hagin, “deus” tem dado autoridade (unção) a profetas nos dias atuais, como seus porta-vozes. Ele diz que recebe revelações diretamente do “senhor"; "...Dou graças a deus pela unção de profeta... Reconheço que se trata de uma unção diferente... é a mesma unção, multiplicada cerca de cem vezes" (Hagin, Compreendendo a Unção, p. 7). 

O QUE DIZ AS ESCRITURAS: O ministério profético é um dom dado por Yaohu’shua (RÚKHA-YAOHUSHUA) que visa a edificação da igreja (I Coríntios 14:12 cf Efésios 4:11,12). O dom de profecia (I Coríntios 12:10) confere autoridade profética apenas para fortalecer o “corpo”, a Kehilah, e é por isto que as Escrituras – a Palavra que fortalece - também é chamada de “o Dom da Profecia” (Apocalipse/Kanodgaluth (Revelação) 19:10; II Timóteo/Yao'tam 3:16).

Nota de o Caminho: Muitos usam Lucas 16:16 (a lei e os profetas duraram até João/Yao'khanan...) para “provarem” a inexistência de profetas em nossos dias e ou para “provarem” que a lei dos Mandamentos (visando o 4º mandamento), caiu... No entanto, na passagem paralela de Lucas (Mateus/Matt'yaohuh 11:13 - porque todos os Profetas e a Lei profetizaram até João/Yao'khanan), podemos ver o verdadeiro sentido que o escritor bíblico queria dar ao escrever em Lucas 16, ou seja: TODO o AT anunciaram, até os dias de João/Yao'khanan, a Vinda do Messias, Yaohu’shua... Além disto, o bom estudante das Escrituras sabe que Profetas e Lei são os livros do AT.

"AUTORIDADE DAS REVELAÇÕES"

Essa autoridade deriva das "visões, profecias, entrevistas com “jesus”, curas, palavras de conhecimento, nuvens de glória, rostos que brilham, ser abatido (cair) no “espírito", rejeição às doenças, ordenando-lhes que saiam, etc. Ele diz que quem rejeitar seus ensinos "serão atingidos de morte, como Ananias e Safira" (Pieratt, p. 48).

Nota de o Caminho: Diariamente “espíritos” são “amarrados” nestes cultos... Mas, quem é que os soltam para serem ”novamente amarrados”?

O QUE DIZ AS ESCRITURAS: A Palavra do ETERNO garante autoridade aos servos do ETERNO (cf. Lucas 24:49; Atos 1:8; Marcos 16.17,18). Mas essa autoridade ou poder deriva da fé no VERDADEIRO Nome de Cristo (Yaohu’shua) e da Sua Palavra, e não das experiências pessoais, de visões e revelações atuais em nome de um falso cristo – a besta, “jesus” – um nome advindo do paganismo - adorada pelo mundo (Apocalipse/Kanodgaluth(Revelação) 13:3-9). Não pode existir qualquer "nova revelação" da vontade do ETERNO. Tudo está nas Sagradas Escrituras (Ver At 20.20; Ap 22.18,19). Se um homem diz que lhe foi revelado que a mulher deveria ter filhos pelos lados do corpo (porque Eva “saiu” do lado de Adão); isso não tem base escriturística, carecendo tal pessoa de autoridade espiritual. Deveria seguir o exemplo de Paulo/Sha’ul, que recebeu revelação extraordinária, mas não a escreveu (cf. II Co 12.1-6).

HOMENS SÃO DEUSES (Uma doutrina da Nova Era)!

Diz Hagin: "Você é tanto uma encarnação do ETERNO quanto “Jesus” o foi..." (Hagin, Word of Faith, 1980, p. 14). "Você não tem um deus dentro de você. Você é um deus" (Kenneth Copeland, fita cassete The Force of Love, BBC-56). "Eis quem somos: somos Cristo!" (Hagin, Zoe: A Própria Vida de deus -  p.57). Baseiam-se, erroneamente, no Sl 82.6, citado por Yaohu’shua em João/Yao'khanan 10.31-39. "Assim, eu sou um pequeno messias" (Hagin, citado por Hanegraaff, p. 119).

O QUE AS ESCRITURAS DIZ: Satanás, no Éden, incluiu no seu engodo, que o homem seria "como o ETERNO, conhecendo o bem e o mal" (Gn 3.5). Isso é doutrina de demônio. Em Jo 10.34, Yaohu’shua citou o Sl 82.6, mostrando a fragilidade do homem e não sua deificação: "...Todavia, como homem morrereis e caireis, como qualquer dos príncipes" (v. 7). "O ETERNO não é um homem" (Nm 23.19; I Sm 15.29; Os 11.9; Ex 9.14 cf Jo 4:24). Fomos feitos semelhantes ao ETERNO, mas não somos iguais a Ele, que é Onipotente (Jó 42.2); o homem é frágil (I Co 1.25); o ETERNO é Onisciente (Is 40.13, 14; Sl 147.5); o homem é limitado no conhecimento (Is 55.8,9). o ETERNO é Onipresente (Jr 23.23,24). O homem só pode estar num lugar (Sl 139.1-12); e, o ETERNO é o ÚNICO que é imortal (I Tm 1:17; 6:16) enquanto que o homem é mortal (Rm 5:12) e também não pode ser tentado (Tg 1:13), como Yaohu’shua (e nós) foi (Lc 4:2)... Diante desse ensino, pode-se entender porque os adeptos da doutrina da prosperidade pregam que podem obter o que quiserem, nunca sendo pobres, nunca adoecendo. É que se consideram deuses!

SAÚDE E PROSPERIDADE.

Esse tema insere-se no âmbito das "promessas da doutrina da prosperidade". Segundo essa doutrina, o cristão tem direito à saúde e riqueza; diante disso, doença e pobreza são maldições da “lei”.

BÊNÇÃO E MALDIÇÃO DA LEI.

Com base em Gal 3.13,14, K.Hagin diz que fomos libertos da maldição da lei, que são:

1) Pobreza;

2) doença e...

3) morte espiritual.

Ele toma emprestadas as maldições de Deut 28 contra os israelitas que pecassem. Hagin diz que os cristãos sofrem doenças por causa da lei de Moisés/Mehu’shua (de Moisés ou do ETERNO? Êxodo/Shuamós 24:4 cf 31:1,18; Deuteronômio/Devarim 4:13; 27:3; etc).

O QUE DIZ AS ESCRITURAS: Paulo/Sha’ul refere-se, no texto de Gl 3 à maldição da lei a todos os homens, que permanecem nos seus pecados (se você fere o código penal de seu país, certamente estarás nas “garras da lei”. Se não, ele, o código – assim como a lei – te mantém em liberdade). Tiago/Yah'kaf 2:12; Rm 7:12.

Nota de o Caminho: Se você inflige as leis de transito do seu país, certamente estará nas garras desta lei... No entanto, se não a infligir, estará em liberdade...

A igreja não se encontra debaixo da maldição da lei desde que se mantenha de acordo com a Lei da Liberdade (cf. Rom 3:19, 20). Hagin diz que ficamos debaixo da bênção de Abraão/Abrul’han (Gl 3.7-9), que inclui não ter doenças e ser rico. Ora, Abraão/Abrul’han foi abençoado por causa da fé e não das riquezas. Aliás, estas lhe causaram grandes problemas. Muitos cristãos fiéis ficaram doentes e foram martirizados, vivendo na pobreza, mas tornaram-se herdeiros das riquezas celestiais (I Pe 3:7; Hb 11).

Os “teólogos da prosperidade” dizem que Cristo, na Cruz, "removeu não somente a culpa do pecado, mas os efeitos do pecado" (Pieratt, p. 132). Mas isso não é verdade, pois Paulo/Sha’ul diz que "toda a criação geme", inclusive os crentes, aguardando a completa redenção (Hebreus/Yaohudim 11:39-40).

O CRISTÃO NÃO DEVE ADOECER.

Eles ensinam que "todo cristão deve esperar viver uma vida plena, isenta de doenças" e viver de 70 a 80 anos, sem dor ou sofrimento. Quem ficar doente é porque não reivindica seus direitos ou não tem fé. E não há exceções (Pieratt, p. 135). Pregam que Is 53:4,5 é algo absoluto e não messiânico. Fomos sarados e não existe mais doença para o crente.

O QUE DIZ AS ESCRITURAS: "No mundo, tereis aflições" (Jo 16.33). Paulo/Sha’ul viveu doente (Ver I Cor 4:11; Gal 4:13), passou fome, sede, nudez, agressões, etc. Seus companheiros adoeceram (Fil 2:30). Timóteo tinha uma doença crônica (I Tm 5:23). Trófimo ficou doente (II Timóteo/Yao'tam 4:20). Essas pessoas não tinham fé? Yaohu’shua curou enfermos e citou Isa 53:4,5 (cf. Mateus/Matt'yaohuh 8:16,17).

No tanque de Betesda, havia muitos doentes, mas Yaohu’shua só curou um (cf. João/Yao'khanan 5:3,8-9). O ETERNO cura, sim. Mas não cura todas as pessoas (I Co 14:12). Se assim fosse, não haveria nenhum crente doente. Deve-se considerar os desígnios e a soberania divina. Conhecemos homens e mulheres do ETERNO, gigantes na fé, que têm adoecido e passado para o sono da primeira morte. Além de que muitos, hoje, sofrem as consequências do passado (fumantes, alcoólatras, drogados e devassos)!

O CRISTÃO NÃO DEVE SER POBRE.

Os seguidores de Hagin enfatizam muito que o crente deve ter carro novo, casa nova (jamais morar em casa alugada!), as melhores roupas, uma vida de luxo. Dizem que Yaohu’shua andou no "cadillac" da época, o jumentinho. Isso é ingênuo, pois o "cadillac" da época de Cristo seria a carruagem de luxo, e não o simples jumentinho!

O QUE DIZ AS ESCRITURAS: A Palavra do ETERNO não incentiva a riqueza (também não a proíbe, desde que adquirida com honestidade, nem santifica a pobreza); Paulo/Sha’ul diz que aprendeu a contentar-se com o que tinha (cf. Fil 4:11,12; I Timóteo/Yao'tam 6:8); Yaohu’shua enfatizou que só uma coisa era necessária: ouvir Sua Palavra (Lc 10:42); Ele disse que é difícil um rico entrar no Reino dos Céus (origem e não local - Mateus/Matt'yaohuh 19:23); disse, também, que a vida não se constitui de riquezas (Lc 12:15). Os apóstolos não foram ricaços, mas homens simples, sem a posse de riquezas materiais. Paulo/Sha’ul advertiu para o perigo das riquezas (I Timóteo/Yao'tam 6:7-10).

CONFISSÃO (PROFETIZAR; DECLARAR; ETC) POSITIVA.

É o terceiro ponto da “Teologia da Prosperidade”. Ela está incluída na "fórmula da fé", que Hagin diz ter recebido diretamente de “jesus”, que lhe apareceu e mandou escrever de 1 a 4, a "fórmula". Se alguém deseja receber algo de “jesus”, basta segui-la:

1) "Diga a coisa" positiva ou negativamente, tudo depende do indivíduo. De acordo com o que o indivíduo quiser, ele receberá". Essa é a essência da confissão positiva.

2) "Faça a coisa". "Seus atos derrotam-no ou lhe dão vitória. De acordo com sua ação, você será impedido ou receberá".

3) "Receba a coisa". Compete a nós a conexão com o dínamo do céu". A fé é o pino da tomada. Basta conectá-lo.

4) "Conte a coisa" a fim de que outros também possam crer". Para fazer a "confissão positiva", o cristão dever usar as expressões: exijo, decreto, declaro, determino, reivindico, em lugar de dizer: peço, rogo, suplico; jamais dizer: "se for da tua vontade", segundo Benny Hinn, pois isto destrói a fé.

Mas Yaohu’shua orou ao Pai, dizendo: "Se é da tua vontade... faça-se a Tua vontade..." (Mateus/Matt'yaohuh 26:39,42). "Confissão positiva" se refere literalmente a trazer à existência o que declaramos com nossa boca, uma vez que a fé é uma confissão." (Romeiro, p. 6).

Nota de o Caminho: Observe que assim, se a pessoa não “conseguir” é porque ela não teve suficiente e a “culpa” recai sobre o crente e não sobre a igreja (denominação) a qual ele pertence...

 

ADENDO V - A VERDADEIRA PROSPERIDADE.

A Palavra do ETERNO tem promessas de prosperidade para seus filhos. Ao refutar a "Teologia da Prosperidade", não devemos aceitar nem pregar a "Teologia da Miserabilidade".

1. A PROSPERIDADE ESPIRITUAL.

Esta deve vir em primeiro lugar. Sal 112:3; Sal 73:23-28. Isto é ser salvo em Yaohu’shua, o nosso Messias; batizado em Seu Verdadeiro Nome (Atos 2:38 - você já foi?) e recebê-Lo em Espírito (Mateus/Matt'yaohuh 18:11 cf João/Yao'khanan 14:21,23); é ter o seu nome escrito no Livro da Vida (mediante a Tevilah); é ser herdeiro com Cristo (Rom 8:17); O ETERNO escolheu os pobres (humildes de espírito) deste mundo para serem herdeiros do Seu reino (Tiago/Yah'kaf 2:5); somos co-herdeiros da graça (I Pe 3:7); devemos ser ricos de boas obras (I Timóteo/Yao'tam 6:18,19); tudo isso nos é concedido pela graça do ETERNO que nos prepara para o reino da Glória!

2. PROSPERIDADE EM TUDO.

O ETERNO promete bênçãos materiais a seus servos, condicionando-as à obediência à sua Palavra e não à "Confissão Positiva". Estas graças são inerentes ao nosso testemunho pessoal e não se obedecermos Malaquias 3:10. Os que assim pregam, tem interesses escusos*.

Nota de o Caminho: Desde que Yaohu’shua morreu pela humanidade, o sacerdócio levita foi extinto... A partir deste dia, passamos a participar do sacerdócio de todo o crente, o de Molkhi'tzaodoq... (Hebreus/Yaohudim 7:5, 11; I Pedro 2:9) e desde então, a igreja deve ser sustentada pelas ofertas de amor – II Cor 9:7. Se alguém se propuser a “pagar” o dízimo, o fará por amor ao evangelho, não por medo de Ml 3:10!

2.1. BÊNÇÃOS E OBEDIÊNCIA. Dt 28:1-14. São bênçãos prometidas a Israel/Yaoshor’ul  (como Povo do ETERNO – Rm 11:1-4), que podem ser aplicadas aos crentes, hoje.

2.2. PROSPERIDADE EM TUDO (Sl 1:1-3; Dt 29:29). As promessas do ETERNO para o justo são perfeitamente válidas para hoje. Mas isso não significa que o crente que não tiver todos os bens, casa própria, carro novo, etc, não seja fiel.

2.3. CRENDO NOS SEU PROFETAS (II Cr 20:20;). O ETERNO promete prosperidade para quem crê na Sua Palavra, transmitida pelos Seus profetas, ou seja, homens e mulheres do ETERNO, que falam verdadeiramente pela direção dEle, em Espírito e em acordo com as Sagradas Escrituras, e não por entendimento pessoal. II Pe 1:20.

2.4. PROSPERIDADE E SAÚDE (III João/Yao'khanan 2). A saúde é uma bênção do ETERNO para o Seu povo em todos os tempos. Mas não se deve exagerar, dizendo que quem ficar doente é porque está em pecado ou porque não tem fé.

2.5. BÊNÇÃOS DECORRENTES DA FIDELIDADE (II Co 9:7). As janelas do céu são abertas para aqueles que entregam suas ofertas, pela fé (Tiago/Yah'kaf 2:14) e não por imposição ou medo (ou barganha).

2.6. O JUSTO NÃO DEVE SER MISERÁVEL. (Sl 37:25). O servo do ETERNO não deve ser miserável, ainda que possa ser pobre, pois a pobreza nunca foi maldição, de acordo com as Sagradas Escrituras.

CONCLUSÃO.

O crente em Yaohu’shua tem o direito de ser próspero espiritual e materialmente, segundo a bênção do ETERNO sobre sua vida, sua família, seu trabalho. Mas isso não significa que todos tenham de ser ricos materialmente, no luxo e na ostentação. Ser pobre não é pecado nem ser rico é sinônimo de santidade (ou perdição). Não devemos aceitar os exageros da "Teologia da Prosperidade", nem aceitar a "Teologia da Miserabilidade". O ETERNO é fiel em Suas promessa; basta também sermos fiel à Ele (I João/Yao'khanan 2:4). Na vida material, a promessa de bênçãos decorrentes da fidelidade nos dízimos aplica-se à igreja, como um todo.... A saúde é bênção do ETERNO. Contudo, servos do ETERNO, humildes e fiéis, adoecem e muitos são chamados à glória, não por pecado ou falta de fé, mas por desígnio do ETERNO. Que o Senhor nos ajude a entender melhor essas Verdades.

* A igreja que prega a prosperidade usa de psicologia satânica, pois, membros prósperos, casa do tesouro transbordante (Mal 3:10)!!!

Fique conosco; nos próximos módulos teremos a oportunidade de compreender melhor aquEle que nos salvou!

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